PÚBLICO ALVO
É dirigido a Engenheiros, Tecnólogos e Técnicos de diversas áreas (elétrica, eletrônica, química e mecânica) que tenham ligação com a área de instrumentação e/ou controle.
OBJETIVO
O curso de Instrumentação Industrial visa prover aos participantes conhecimento para compreender e aplicar a tecnologia de instrumentação e controle em ambientes industriais.
SINOPSE
Módulo I
Introdução e Medição de Temperatura
Introdução à Instrumentação
1 – Introdução à instrumentação
2 – A evolução da instrumentação
3 – Definições na instrumentação
3.1 – Classes de instrumento
3.2 – Faixa de medida (range)
3.3 – Alcance (span)
3.4 – Erro
3.5 – Histerese
3.6 – Linearidade
3.7 – Repetividade
3.8 – Exatidão
3.9 – Rangeabilidade
3.10 – Terminologia
3.11 – Simbologia
4 – Principais sistemas de medidas
5 – Telemetria
5.1 – Transmissores Pneumáticos
5.2 – Transmissores Eletrônicos
5.2.1 – Transmissor a dois fios
5.2.2 – Transmissor a quatro fios
6 – Redes de comunicação industrial
6.1 – Introdução ao protocolo HART
6.2 – Introdução à rede ASi
6.3 – Introdução à rede Devinet
6.4 – Introdução à rede Profibus
6.4.1 – Profibus DP
6.4.2 – Profibus PA
6.5 – Introdução ao Foundation Fieldbus
Medição de Temperatura
1 – Definição de Temperatura
2 – Definição de Calor
2.1 – Modos de propagação de calor
2.1.1 – Condução
2.1.2 – Convecção
2.1.3 – Radiação
3 – Escalas de temperatura
3.1 – Escalas absolutas
3.1.1 – Kelvin
3.1.2 – Rankine
3.2 – Escalas relativas
3.2.1 – Celsius
3.2.2 – Fahrenheit
4 – Normas internacionais de temperatura
5 – Sensores de temperatura por contato físico
5.1 – Termopar
5.1.1 – Efeitos termoelétricos
5.1.1.1 – Efeito de Seebeck
5.1.1.2 – Efeito Peltier
5.1.1.3 – Efeito Thonsom
5.1.1.4 – Efeito Volta
5.1.2 – Leis termoelétrica
5.1.2.1 – Lei do Circuito Homogêneo
5.1.2.2 – Lei dos Metais Intermediários
5.1.2.3 – Lei das Temperaturas Intermediárias
5.1.3 – Correlação da FEM em função da temperatura
5.1.4 – Tipos e características dos termopares
5.1.4.1 – Termopares Básicos
5.1.4.2 – Termopares Nobres
5.1.4.3 - Termopares Especiais
5.1.5 – Cálculo da FEM de um termopar
5.1.6 – Compensação manual da junta de referência
5.1.7 – Compensação automática da junta de referência
5.1.8 – Fios de extensão e compensação
5.1.9 – Erros de ligação
5.1.9.1 – Usando fios de cobre
5.1.9.2 – Inversão simples
5.1.9.3 – Inversão dupla
5.1.10 – Termopar de isolação mineral
5.1.11 – Associação de termopares
5.1.11.1 – Associação em série
5.1.11.2 – Associação em série oposta
5.1.11.3 – Associação em paralelo
5.2 – Termoresistência
5.2.1 – Princípio de funcionamento
5.2.2 – Construção física do sensor
5.2.3 –Características da termoresistência de platina
5.2.4 – Vantagens e desvantagens da termoresistência
5.2.5 – Princípio de medição
5.2.5.1 – Ligação a 2 fios
5.2.5.2 – Ligação a 3 fios
5.2.5.3 – Ligação a 4 fios
6 – Sensores de temperatura sem contato físico
6.1 – Radiação eletromagnética
6.1.1 – Hipóteses de Maxwell
6.1.2 – Ondas eletromagnéticas
6.1.3 – Espectro eletromagnético
6.2 – Teoria da medição de radiação
6.3 – Medidores de temperatura por radiação
7 – Atividades práticas com o transmissor de temperatura
7.1 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com o termopar tipo “J”
7.2 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com o termopar tipo “K”
7.3 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com a Pt-100
Módulo II
Medição de Pressão e Medição de Nível
Medição de Pressão
1 – Definição de pressão
2 – Tipos de pressão
2.1 – Pressão atmosférica
2.2 – Pressão relativa positiva ou manométrica
2.3 – Pressão relativa negativa ou vácuo
2.4 – Pressão absoluta
2.5 – Pressão diferencial
2.6 – Pressão estática
3 – Unidades de pressão
3.1 – Conversão de unidades de pressão
4 – Dispositivos para a medição de pressão
4.1 – Tubo de Bourdon
4.2 – Membrana
4.3 – Fole
4.4 – Colunas liquidas
4.5 – Sensor indutivo
4.6 – Sensor piezoelétrico
4.7 – Sensor piezoresistivo ou strain gauge
4.8 – Sensor capacitivo
4.9 – Sensor silício ressonante
5 – Atividade prática com o transmissor de pressão diferencial
5.1 – Configuração e calibração do transmissor de pressão.
Medição de Nível
1 – Definição de nível
2 – Métodos de medição de nível
2.1 – Medição direta
2.1.1 – Régua ou Gabarito
2.1.2 – Visor de nível
2.1.3 – Bóia ou flutuador
2.2 – Medição indireta
2.2.1 – Princípio de Stèvin
2.2.2 – Medição de nível por pressão hidrostática em tanques abertos
2.2.3 – Medição de nível por pressão diferencial em tanques fechados e pressurizados
2.2.4 – Medição de nível por borbulhador
2.2.5 – Medição de nível por empuxo
2.2.6 – Medição de nível por radiação
2.2.7 – Medição de nível capacitiva
2.2.8 – Medição de nível por ultra-som
2.2.9 – Medição de nível por radar
2.3 – Medição de nível descontínua
2.3.1 – Medição de nível por eletrodos
2.3.2 – Medição de nível por bóias
2.4 – Medição de nível de sólidos
2.4.1 – Medição de nível eletromecânica
2.4.2 – Medição de nível por células de carga
3 – Atividades práticas com os transmissores de pressão diferencial para a medição de nível
3.1 – Configuração e calibração para instalações em tanques abertos
3.2 – Configuração e calibração para instalações em tanque aberto (supressão de zero)
- – Configuração e calibração para instalações em tanque fechado e pressurizado (elevação de zero)
Módulo III
Medição de Vazão
1 – Definição de vazão
2 – Unidades de vazão
3 – Conversão de unidades de vazão
4 – Tipos de medidores de vazão
4.1 – Medidores de quantidade
4.1.1 – Medidores de quantidade por pesagem
4.1.2 – Medidores de quantidade por volume
4.2 – Medidores volumétricos
4.2.1 – Medidores de vazão por pressão diferencial
4.2.1.1 – Placa de orifício
4.2.1.1.1 – Tipos de orificio
4.2.1.1.2 – Tipos de bordos
4.2.1.1.3 – Tipos de tomadas de impulso
4.2.1.2 – Orificio integral
4.2.1.3 – Tubo Venturi
4.2.1.4 – Bocal
4.2.1.5 – Tubo Pitot
4.2.1.6 – Annubar
4.2.1.7 – Malha para a medição de vazão
4.2.1.8 – Compensação da Pressão e da Temperatura
4.2.2 – Rotâmetros
4.2.2.1 – Princípio de funcionamento
4.2.2.2 – Condições de equilíbrio
4.2.2.3 – Tipos de flutuadores
4.2.2.4 – Material do flutuador
4.2.2.5 – Instalação
4.3 – Medidores de vazão em canais abertos
4.3.1 – Vertedor
4.3.2 – Calha Parshal
4.4 – Medidores especiais de vazão
4.4.1 – Medidor de vazão eletromagnético
4.4.1.1 – Princípio de funcionamento
4.4.2 – Medidor de vazão tipo turbina
4.4.2.1 – Princípio de funcionamento
4.4.3 – Medidor de vazão tipo Vórtex
4.4.3.1 – Princípio de funcionamento
4.4.4 – Medidor de vazão ultra-sônico
4.4.4.1 – Por efeito Doppler
4.4.4.2 – Por tempo de trânsito
4.4.5 – Medidor de vazão por efeito Coriolis
4.4.5.1 – Princípio de funcionamento
5 – Atividade prática com o transmissor de pressão diferencial
5.1 – Configuração e calibração do transmissor de pressão diferencial para a medição de vazão
Módulo IV
Válvulas e Posicionadores
1 – Definição de Elementos Finais de Controle
2 – Válvulas de Controle e sua aplicações
2.1 – Partes Principais de uma Válvula
2.1.1 – Atuador
2.1.1.1 – Tipos de Atuadores
2.1.1.1.1 – Atuador Pneumático Tipo Mola Diafragma
2.1.1.1.2 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Simples Ação
2.1.1.1.3 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Dupla Ação
2.1.1.1.4 – Atuador Elétrico
2.1.2 – Corpo
2.1.2.1 – Válvulas de Deslocamento Linear
2.1.2.1.1 – Válvulas Globo
2.1.2.1.2 – Válvula Diafragma ou Saunders
2.1.2.1.3 – Válvula Três Vias
2.1.2.2 – Válvulas de Deslocamento Rotativo
2.1.2.2.1 – Válvula Borboleta
2.1.2.2.2 – Válvula Esfera
2.1.2.2.3 – Válvula Obturador Rotativo Excêntrico
2.1.2.3 – Internos da Válvula
2.1.2.3.1 – Tipos de Obturadores
2.1.2.3.2 – Anel Sede
2.1.3 – Castelo
2.1.3.1 – Castelo Normal
2.1.3.2 – Castelo Aletado
2.1.3.3 – Castelo Alongado
2.1.3.4 – Castelo com Fole
2.1.3.5 – Caixa de Gaxetas
2.1.3.5.1 – Tipos de Gaxetas
2.2 – Classe de Vedação
2.3 – Características de Vazão
2.3.1 – Características de Vazão Inerentes
2.3.2 – Características de Vazão Instaladas
2.4 – Coeficiente de Vazão (CV)
2.5 – Especificação e Folha de Dados
2.5.1 – Exemplo de Especificação Técnica de uma válvula para controle
3 – Posicionadores Convencionais e Inteligentes
3.1 – Principais Aplicações do Posicionador
3.2 – Limitações do Uso do Posicionador
3.3 – Evolução dos Posicionadores
3.3 – Tipos de Posicionadores
3.3.1 – Pneumático
3.3.2 – Eletropneumático
3.3.3 – Inteligente
3.3.3.1 – Vantangens
3.3.3.2 – Demonstração Prática da Instalação
3.3.3.3 – Demonstração Prática da Configuração
3.3.3.4 – Demonstração Prática do Auto-Ajuste
3.3.3.5 – Demonstração do Funcionamento
Módulo V
Teoria e Sintonia de Malhas de Controle (PID)
1 – Introdução ao controle de processos
2 – Definições do controle automático de processos
2.1 – Variável controlada
2.2 – Variável manipulada
2.3 – Variáveis secundárias
3 – Auto regulação
3.1 – Processos estáveis
3.2 – Processos instáveis
4 – Características de um processo
4.1 – Ganho de um processo
4.2 – Resistência de um processo
4.3 – Capacitância de um processo
4.4 – Constante de tempo de um processo
4.5 – Tempo morto de um processo
5 – Tipos de Distúrbios de um Processo
5.1 – Distúrbios de alimentação
5.2 – Distúrbios de demanda
5.3 – Distúrbios de set-point
6 – Curvas de reação de um processo
6.1 – Curva de resposta ideal
6.2 – Curva de um processo monocapacitivo
6.3 – Curva de um processo multicapacitivo
6.4 – Efeito do tempo morto na curva de resposta de um processo
7 – Controle manual em malha fechada
7.1 – Excesso de correção
7.2 – Elementos da malha de controle fechada
8 – Controle automático descontínuo
8.1 – Controle automático descontínuo sem histerese
8.2 – Controle automático descontínuo com histerese
9 – Controle automático contínuo em malha aberta
9.1 – Características do controlador contínuo
10 – Controle Proporcional em malha aberta
10.1 – Definição da ação proporcional em malha aberta
10.2 – Ganho do controlador
10.3 – Banda proporcional
10.3 – Cálculo da saída de um controlador proporcional em malha aberta
11 – Controle Proporcional + Integral em malha aberta
11.1 – Definição da ação integral em malha aberta
11.2 - Cálculo da ação proporcional + integral em malha aberta
12 – Controle Proporcional + Derivativo em malha aberta
12.1 – Definição da ação derivativa em malha aberta
12.2 – Cálculo da ação proporcional + derivativa em malha aberta
13 – Identificação da estrutura interna de um controlador
13.1 – Controlador P
13.2 – Controlador PI série
13.2 – Controlador PI paralelo
13.3 – Controlador PD série
13.4 – Controlador PD paralelo
13.5 – Controlador PID série – Derivativa no erro
13.6 – Controlador PI.D série – Derivativa na variável de processo
13.7 – Controlador PID paralelo – Derivativa no erro
13.8 – Controlador PI.D paralelo – Derivativa na variável de processo
13.9 – Controlador PID misto (ISA) – Derivativa no erro
13.10 – Controlador PID misto (ISA) – Derivativa na variável de processo
14 – Controle automático contínuo em malha fechada
14.1 – Comportamento da ação proporcional em malha fechada
14.2 – Comportamento da ação proporcional + integral em malha fechada
14.3 – Comportamento da ação proporcional + derivativa em malha fechada
14.4 – Comportamento da ação proporcional + integral + derivativa em malha fechada
15 – Critérios de qualidade de controle
15.1 – Critério da taxa de amortecimento ou área mínima
15.2 – Critério do distúrbio mínimo
15.3 – Critério da amplitude mínima
16 – Métodos de sintonia de um controlador
16.1 – Método da aproximação sucessiva para processos estáveis
16.2 – Método da aproximação sucessiva para processos instáveis
16.3 – Método de Ziegler Nichols (Sensibilidade Limite)
17- Auto Sintonia e Selftuning
18 – Simulação de malhas de controle em microcomputadores, para que seja feito o ajuste do ações de controle (PID).
INVESTIMENTO POR MÓDULO
| Inscrições Membros Estudantes |
R$ 450,00 |
| Inscrições Estudantes Não Membros |
R$ 560,00 |
| Inscrições Membros Profissionais |
R$ 560,00 |
| Inscrições Não Associados |
R$ 695,00 |
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
Inscrições a partir de 20 de Julho pelo site www.isacuritiba.org.br
Isa Distrito 4 – Seção Curitiba
Rua Grã Nicco, 113 sala 601 Bloco 01
CEP 81200- 200 Mossunguê Curitiba - PR
isa@isacuritiba.org.br
Telefone: 41 3015-2271
Observação: A inscrição pode ser feita para apenas um módulo ou mais. Cada módulo será certificado e os participantes que fizerem todos os módulos receberão uma certificação de “Curso de Instrumentação Industrial”, com a carga horária total do curso.