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08 de Setembro de 2010

Curso Modular de Instrumentação Industrial

PÚBLICO ALVO
É dirigido a Engenheiros, Tecnólogos e Técnicos de diversas áreas (elétrica, eletrônica, química e mecânica) que tenham ligação com  a área de instrumentação e/ou controle.

OBJETIVO
O curso de Instrumentação Industrial visa prover aos participantes conhecimento para compreender e aplicar a tecnologia de instrumentação e controle em ambientes industriais.

SINOPSE

Módulo I

Introdução e Medição de Temperatura

Introdução à Instrumentação

1 – Introdução à instrumentação
2 – A evolução da instrumentação
3 – Definições na instrumentação
            3.1 – Classes de instrumento
            3.2 – Faixa de medida (range)
            3.3 – Alcance (span)
            3.4 – Erro
            3.5 – Histerese
            3.6 – Linearidade
            3.7 – Repetividade
            3.8 – Exatidão
            3.9 – Rangeabilidade
            3.10 – Terminologia
            3.11 – Simbologia
4 – Principais sistemas de medidas
5 – Telemetria
            5.1 – Transmissores Pneumáticos
            5.2 – Transmissores Eletrônicos
                             5.2.1 – Transmissor a dois fios
                             5.2.2 – Transmissor a quatro fios
6 – Redes de comunicação industrial
            6.1 – Introdução ao protocolo HART
            6.2 – Introdução à rede ASi
            6.3 – Introdução à rede Devinet
            6.4 – Introdução à rede Profibus
                             6.4.1 – Profibus DP
                             6.4.2 – Profibus PA
            6.5 – Introdução ao Foundation Fieldbus

Medição de Temperatura

1 – Definição de Temperatura
2 – Definição de Calor
            2.1 – Modos de propagação de calor
                        2.1.1 – Condução
                        2.1.2 – Convecção
                        2.1.3 – Radiação
3 – Escalas de temperatura
            3.1 – Escalas absolutas
                        3.1.1 – Kelvin
                        3.1.2 – Rankine
            3.2 – Escalas relativas
                        3.2.1 – Celsius
                        3.2.2 – Fahrenheit
4 – Normas internacionais de temperatura
5 – Sensores de temperatura por contato físico
            5.1 – Termopar
                  5.1.1 – Efeitos termoelétricos
                     5.1.1.1 – Efeito de Seebeck
                     5.1.1.2 – Efeito Peltier
                     5.1.1.3 – Efeito Thonsom
                     5.1.1.4 – Efeito Volta
                  5.1.2 – Leis termoelétrica
                     5.1.2.1 – Lei do Circuito Homogêneo
                     5.1.2.2 – Lei dos Metais Intermediários
                     5.1.2.3 – Lei das Temperaturas Intermediárias
                  5.1.3 – Correlação da FEM em função da temperatura
                  5.1.4 – Tipos e características dos termopares
                     5.1.4.1 – Termopares Básicos
                     5.1.4.2 – Termopares Nobres
                     5.1.4.3 - Termopares Especiais
                  5.1.5 – Cálculo da FEM de um termopar
                  5.1.6 – Compensação manual da junta de referência
                  5.1.7 – Compensação automática da junta de referência
                  5.1.8 – Fios de extensão e compensação
                  5.1.9 – Erros de ligação
                     5.1.9.1 – Usando fios de cobre
                     5.1.9.2 – Inversão simples
                     5.1.9.3 – Inversão dupla
                  5.1.10 – Termopar de isolação mineral
                  5.1.11 – Associação de termopares
                     5.1.11.1 – Associação em série
                     5.1.11.2 – Associação em série oposta
                     5.1.11.3 – Associação em paralelo
            5.2 – Termoresistência
                  5.2.1 – Princípio de funcionamento
                  5.2.2 – Construção física do sensor
                  5.2.3 –Características da termoresistência de platina
                  5.2.4 – Vantagens e desvantagens da termoresistência
                  5.2.5 – Princípio de medição
                     5.2.5.1 – Ligação a 2 fios
                     5.2.5.2 – Ligação a 3 fios
                     5.2.5.3 – Ligação a 4 fios
6 – Sensores de temperatura sem contato físico
            6.1 – Radiação eletromagnética
                  6.1.1 – Hipóteses de Maxwell
                  6.1.2 – Ondas eletromagnéticas
                  6.1.3 – Espectro eletromagnético
            6.2 – Teoria da medição de radiação
            6.3 – Medidores de temperatura por radiação
7 – Atividades práticas com o transmissor de temperatura
            7.1 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com o termopar tipo “J”
            7.2 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com o  termopar tipo “K”
7.3 – Configuração e calibração dos transmissores de temperatura com a Pt-100
                       

Módulo II

Medição de Pressão e Medição de Nível

Medição de Pressão
1 – Definição de pressão
2 – Tipos de pressão
            2.1 – Pressão atmosférica
            2.2 – Pressão relativa positiva ou manométrica
            2.3 – Pressão relativa negativa ou vácuo
            2.4 – Pressão absoluta
            2.5 – Pressão diferencial
            2.6 – Pressão estática
3 – Unidades de pressão
            3.1 – Conversão de unidades de pressão
4 – Dispositivos para a medição de pressão
            4.1 – Tubo de Bourdon
            4.2 – Membrana
            4.3 – Fole
            4.4 – Colunas liquidas
            4.5 – Sensor indutivo
            4.6 – Sensor piezoelétrico
            4.7 – Sensor piezoresistivo ou strain gauge
            4.8 – Sensor capacitivo
            4.9 – Sensor silício ressonante
5 – Atividade prática com o transmissor de pressão diferencial
            5.1 – Configuração e calibração do transmissor de pressão.

Medição de Nível

1 – Definição de nível
2 – Métodos de medição de nível
            2.1 – Medição direta
                  2.1.1 – Régua ou Gabarito
                  2.1.2 – Visor de nível
                  2.1.3 – Bóia ou flutuador
            2.2 – Medição indireta
                  2.2.1 – Princípio de Stèvin
                  2.2.2 – Medição de nível por pressão hidrostática em tanques abertos
                  2.2.3 – Medição de nível por pressão diferencial em tanques fechados e pressurizados
                  2.2.4 – Medição de nível por borbulhador
                  2.2.5 – Medição de nível por empuxo
                  2.2.6 – Medição de nível por radiação
                  2.2.7 – Medição de nível capacitiva
                  2.2.8 – Medição de nível por ultra-som
                  2.2.9 – Medição de nível por radar
            2.3 – Medição de nível descontínua
                        2.3.1 – Medição de nível por eletrodos
                        2.3.2 – Medição de nível por bóias
            2.4 – Medição de nível de sólidos
                        2.4.1 – Medição de nível eletromecânica
                        2.4.2 – Medição de nível por células de carga
3 – Atividades práticas com os transmissores de pressão diferencial para a medição de nível
            3.1 – Configuração e calibração para instalações em tanques abertos
            3.2 – Configuração e calibração para instalações em tanque aberto (supressão de zero)

    1. – Configuração e calibração para instalações em tanque fechado e pressurizado (elevação de zero)

 

Módulo III

Medição de Vazão

1 – Definição de vazão
2 – Unidades de vazão
3 – Conversão de unidades de vazão
4 – Tipos de medidores de vazão
            4.1 – Medidores de quantidade
              4.1.1 – Medidores de quantidade por pesagem
              4.1.2 – Medidores de quantidade por volume
            4.2 – Medidores volumétricos
                  4.2.1 – Medidores de vazão por pressão diferencial
                 4.2.1.1 – Placa de orifício
                 
                  4.2.1.1.1 – Tipos de orificio
                  4.2.1.1.2 – Tipos de bordos
                  4.2.1.1.3 – Tipos de tomadas de impulso
                  4.2.1.2 – Orificio integral
                  4.2.1.3 – Tubo Venturi
                  4.2.1.4 – Bocal
                  4.2.1.5 – Tubo Pitot
                  4.2.1.6 – Annubar
                  4.2.1.7 – Malha para a medição de vazão
                  4.2.1.8 – Compensação da Pressão e da Temperatura
                  4.2.2 – Rotâmetros
                    4.2.2.1 – Princípio de funcionamento
                    4.2.2.2 – Condições de equilíbrio
                    4.2.2.3 – Tipos de flutuadores
                    4.2.2.4 – Material do flutuador
                    4.2.2.5 – Instalação
            4.3 – Medidores de vazão em canais abertos
                        4.3.1 – Vertedor
                        4.3.2 – Calha Parshal
            4.4 – Medidores especiais de vazão
                  4.4.1 – Medidor de vazão eletromagnético
                  4.4.1.1 – Princípio de funcionamento
                  4.4.2 – Medidor de vazão tipo turbina
                  4.4.2.1 – Princípio de funcionamento
                  4.4.3 – Medidor de vazão tipo Vórtex
                    4.4.3.1 – Princípio de funcionamento
                  4.4.4 – Medidor de vazão ultra-sônico
                    4.4.4.1 – Por efeito Doppler
                    4.4.4.2 – Por tempo de trânsito
                  4.4.5 – Medidor de vazão por efeito Coriolis
                    4.4.5.1 – Princípio de funcionamento
5 – Atividade prática com o transmissor de pressão diferencial
            5.1 – Configuração e calibração do transmissor de pressão diferencial para a medição de vazão

 

Módulo IV

Válvulas e Posicionadores
1 – Definição de Elementos Finais de Controle
2 – Válvulas de Controle e sua aplicações
      2.1 – Partes Principais de uma Válvula
        2.1.1 – Atuador
          2.1.1.1 – Tipos de Atuadores
              2.1.1.1.1 – Atuador Pneumático Tipo Mola Diafragma
              2.1.1.1.2 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Simples Ação
              2.1.1.1.3 – Atuador Pneumático Tipo Pistão Dupla Ação
              2.1.1.1.4 – Atuador Elétrico
        2.1.2 – Corpo
              2.1.2.1 – Válvulas de Deslocamento Linear
                          2.1.2.1.1 – Válvulas Globo                                                             
                          2.1.2.1.2 – Válvula Diafragma ou Saunders
                          2.1.2.1.3 – Válvula Três Vias
                         2.1.2.2 – Válvulas de Deslocamento Rotativo
                              2.1.2.2.1 – Válvula Borboleta
                              2.1.2.2.2 – Válvula Esfera
                              2.1.2.2.3 – Válvula Obturador Rotativo Excêntrico
                           2.1.2.3 – Internos da Válvula
                               2.1.2.3.1 – Tipos de Obturadores
                               2.1.2.3.2 – Anel Sede
               2.1.3 – Castelo
                           2.1.3.1 – Castelo Normal
                           2.1.3.2 – Castelo Aletado
                           2.1.3.3 – Castelo Alongado
                           2.1.3.4 – Castelo com Fole
                           2.1.3.5 – Caixa de Gaxetas
                               2.1.3.5.1 – Tipos de Gaxetas
      2.2 – Classe de Vedação
      2.3 – Características de Vazão
               2.3.1 – Características de Vazão Inerentes
               2.3.2 – Características de Vazão Instaladas
      2.4 – Coeficiente de Vazão (CV)
      2.5 – Especificação e Folha de Dados
               2.5.1 – Exemplo de Especificação Técnica de uma válvula para controle
3 – Posicionadores Convencionais e  Inteligentes
     3.1 – Principais Aplicações do Posicionador
     3.2 – Limitações do Uso do Posicionador
     3.3 – Evolução dos Posicionadores
     3.3 – Tipos de Posicionadores
              3.3.1 – Pneumático
              3.3.2 – Eletropneumático
              3.3.3 – Inteligente
            3.3.3.1 – Vantangens
            3.3.3.2 – Demonstração Prática da Instalação
            3.3.3.3 – Demonstração Prática da Configuração
            3.3.3.4 – Demonstração Prática do Auto-Ajuste
            3.3.3.5 – Demonstração do Funcionamento

 

Módulo V
Teoria e Sintonia de Malhas de Controle (PID)

1 – Introdução ao controle de processos
2 – Definições do controle automático de processos
      2.1 – Variável controlada
      2.2 – Variável manipulada
      2.3 – Variáveis secundárias
3 – Auto regulação
      3.1 – Processos estáveis
      3.2 – Processos instáveis
4 – Características de um processo
      4.1 – Ganho de um processo
      4.2 – Resistência de um processo
      4.3 – Capacitância de um processo
      4.4 – Constante de tempo de um processo
      4.5 – Tempo morto de um processo
5 – Tipos de Distúrbios de um Processo
      5.1 – Distúrbios de alimentação
      5.2 – Distúrbios de demanda
      5.3 – Distúrbios de set-point
6 – Curvas de reação de um processo
      6.1 – Curva de resposta ideal
      6.2 – Curva de um processo monocapacitivo
      6.3 – Curva de um processo multicapacitivo
      6.4 – Efeito do tempo morto na curva de resposta de um processo
7 – Controle manual em malha fechada
      7.1 – Excesso de correção
      7.2 – Elementos da malha de controle fechada
8 – Controle automático descontínuo
      8.1 – Controle automático descontínuo sem histerese
      8.2 – Controle automático descontínuo com histerese
9 – Controle automático contínuo em malha aberta
      9.1 – Características do controlador contínuo
10 – Controle Proporcional em malha aberta
      10.1 – Definição da ação proporcional em malha aberta
      10.2 – Ganho do controlador
      10.3 – Banda proporcional
      10.3 – Cálculo da saída de um controlador proporcional em malha aberta
11 – Controle Proporcional + Integral em malha aberta
      11.1 – Definição da ação integral em malha aberta
      11.2 - Cálculo da ação proporcional + integral em malha aberta
12 – Controle Proporcional + Derivativo em malha aberta
      12.1 – Definição da ação derivativa em malha aberta
      12.2 – Cálculo da ação proporcional + derivativa em malha aberta
13 – Identificação da estrutura interna de um controlador
      13.1 – Controlador P
      13.2 – Controlador PI série
      13.2 – Controlador PI paralelo
      13.3 – Controlador PD série
      13.4 – Controlador PD paralelo
      13.5 – Controlador PID série – Derivativa no erro
      13.6 – Controlador PI.D série – Derivativa na variável de processo
      13.7 – Controlador PID paralelo – Derivativa no erro
      13.8 – Controlador PI.D paralelo – Derivativa na variável de processo
      13.9 – Controlador PID misto (ISA) – Derivativa no erro
      13.10 – Controlador PID misto (ISA) – Derivativa na variável de processo
14 – Controle automático contínuo em malha fechada
      14.1 – Comportamento da ação proporcional em malha fechada
      14.2 – Comportamento da ação proporcional + integral em malha fechada
      14.3 – Comportamento da ação proporcional + derivativa em malha fechada
      14.4 – Comportamento da ação proporcional + integral + derivativa em malha fechada
15 – Critérios de qualidade de controle
      15.1 – Critério da taxa de amortecimento ou área mínima
      15.2 – Critério do distúrbio mínimo
      15.3 – Critério da amplitude mínima
16 – Métodos de sintonia de um controlador
      16.1 – Método da aproximação sucessiva para processos estáveis
      16.2 – Método da aproximação sucessiva para processos instáveis
      16.3 – Método de Ziegler Nichols (Sensibilidade Limite)
17- Auto Sintonia e Selftuning
18 – Simulação de malhas de controle em microcomputadores, para que seja feito o ajuste do ações de controle (PID).

INVESTIMENTO POR MÓDULO

Inscrições Membros Estudantes R$ 450,00
Inscrições Estudantes Não Membros R$ 560,00
Inscrições Membros Profissionais R$ 560,00
Inscrições Não Associados R$ 695,00


INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
Inscrições a partir de 20 de Julho pelo site www.isacuritiba.org.br
Isa Distrito 4 – Seção Curitiba
Rua Grã Nicco, 113 sala 601 Bloco 01
CEP 81200- 200 Mossunguê Curitiba - PR
isa@isacuritiba.org.br
Telefone: 41 3015-2271

Observação: A inscrição pode ser feita para apenas um módulo ou mais. Cada módulo será certificado e os participantes que fizerem todos os módulos receberão uma certificação de “Curso de Instrumentação Industrial”, com a carga horária total do curso.


Inscreva-se

A partir de 20 de Julho!

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